


O
Ministério da Previdência Social calcula em R$ 21,168 bilhões o rombo
em seus cofres nos próximos quatro anos, caso sejam aprovados no
Congresso três projetos criando aposentadorias especiais para
trabalhadores da construção civil, frentistas, garçons e cozinheiros.
Hoje, as regras gerais para a
aposentadoria do trabalhador do setor privado exigem 35 anos de
contribuição no caso dos homens e 30, no das mulheres. De 2014 a 2017, o
benefício especial para os operários da construção traria um gasto
extra de R$ 16,810 bilhões. Para garçons e cozinheiros, seria de R$ 3,2
bilhões. Para frentistas, o custo do benefício especial alcançaria R$ 1
bilhão.
Leia esta reportagem completa no Jornal Agora
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